Este blog, destina-se a mostrar alguns dos trabalhos que faço para mim, para vender, e não só... Faço deste blog também uma especie de diário... (+ ou -) Para qualquer informação, troca de ideias ou encomenda de produtos, poderá contactar-me através do e-mail: gomesflor@gmail.com Obrigado. Flor Gomes
domingo, janeiro 23, 2011
sexta-feira, janeiro 14, 2011
Colaborando
Todos temos o dever de ajudar e de colaborar.
Esta é uma causa digna, é uma luta de todos nós.
Este super mealheiro foi o meu entretenimento do fim de semana passado.
Fiquei feliz, porque hoje, em Ponte de Lima, muita gente se dirigiu a ele para contribuir com dinheiro que foi direitinho para a Liga Portuguesa contra o Cancro.
Visite também:
http://projectomaissaude.blogspot.com
e
http://atelierdosmeusartistas.blogspot.com
Esta é uma causa digna, é uma luta de todos nós.
Este super mealheiro foi o meu entretenimento do fim de semana passado.
Fiquei feliz, porque hoje, em Ponte de Lima, muita gente se dirigiu a ele para contribuir com dinheiro que foi direitinho para a Liga Portuguesa contra o Cancro.
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sábado, janeiro 08, 2011
Lembranças
Esta história que vos conto, é uma história real que se passou comigo.
Já passaram muitos anos, mas ela continua bem presente na minha cabeça.
Era Domingo e como era habitual fui à missa a Santa Marta de Portuzelo, a minha terra. Naquele Domingo, a missa teve uma particularidade diferente, no momento da homilia o Senhor Padre, deu a voz a um jovem desconhecido que veio contar a sua dura história de vida.
Nesse momento como é habitual toda a gente se sentou para ouvir.
Eu estava sentada de frente para o orador e ao meu lado estava sentada uma amiga minha. Junto a nós estava um altar secundário, o altar de Nossa Senhora de Lurdes e foi nesse altar que a história tomou corpo.
Já o orador tinha captado toda a atenção de toda a gente e fazia chorar com a sua triste história de vida, passada no mundo da droga, quando nos degraus do altar de Nossa Senhora de Lurdes surge um ratinho aos saltinhos a brincar. Claro que a minha atenção e a da minha amiga se viraram para este pequeno animal, que parecia estar a dar espectáculo. Como toda a gente estava imóvel e em silêncio ele brincava e saltava e eu na minha pura adolescencia ria desalmadamente com a minha amiga.Quanto mais tentavamos suportar o riso, mais vontade tínhamos de rir.
É evidente que o orador se apercebeu do nosso riso, que não tinha fim... e como parece evidente também pensou que era dele que nos ríamos.
No final da sua intervenção disse qualquer coisa como: "Há pessoas que se riem, porque não sabem o que é este drama, peço a Deus que não passem por isto nem venham a ter nenhum familiar a passar por este problema".
Fiquei de rastos!!!
Morta de vergonha!!!
No final da missa ainda pensei de ír ter com ele e explicar-lhe porque nos ríamos...
Mas depois, também pensei!
Ele nunca vai acreditar...
E não fui.
Mas a verdade é que não fiquei bem comigo.!
Apesar de ser uma adolescente, eu sabia muito bem avaliar o que era o mundo da droga e sabia muito bem entender as dificuldades da vida as pessoas. Sempre fui e sou sensível aos problemas das pessoas e fiquei muito triste comigo.
Mas bolas!!! O rato era tão engraçado!!!!
Porque é que não fui falar com ele?
Já passaram muitos anos, mas ela continua bem presente na minha cabeça.
Era Domingo e como era habitual fui à missa a Santa Marta de Portuzelo, a minha terra. Naquele Domingo, a missa teve uma particularidade diferente, no momento da homilia o Senhor Padre, deu a voz a um jovem desconhecido que veio contar a sua dura história de vida.
Nesse momento como é habitual toda a gente se sentou para ouvir.
Eu estava sentada de frente para o orador e ao meu lado estava sentada uma amiga minha. Junto a nós estava um altar secundário, o altar de Nossa Senhora de Lurdes e foi nesse altar que a história tomou corpo.
Já o orador tinha captado toda a atenção de toda a gente e fazia chorar com a sua triste história de vida, passada no mundo da droga, quando nos degraus do altar de Nossa Senhora de Lurdes surge um ratinho aos saltinhos a brincar. Claro que a minha atenção e a da minha amiga se viraram para este pequeno animal, que parecia estar a dar espectáculo. Como toda a gente estava imóvel e em silêncio ele brincava e saltava e eu na minha pura adolescencia ria desalmadamente com a minha amiga.Quanto mais tentavamos suportar o riso, mais vontade tínhamos de rir.
É evidente que o orador se apercebeu do nosso riso, que não tinha fim... e como parece evidente também pensou que era dele que nos ríamos.
No final da sua intervenção disse qualquer coisa como: "Há pessoas que se riem, porque não sabem o que é este drama, peço a Deus que não passem por isto nem venham a ter nenhum familiar a passar por este problema".
Fiquei de rastos!!!
Morta de vergonha!!!
No final da missa ainda pensei de ír ter com ele e explicar-lhe porque nos ríamos...
Mas depois, também pensei!
Ele nunca vai acreditar...
E não fui.
Mas a verdade é que não fiquei bem comigo.!
Apesar de ser uma adolescente, eu sabia muito bem avaliar o que era o mundo da droga e sabia muito bem entender as dificuldades da vida as pessoas. Sempre fui e sou sensível aos problemas das pessoas e fiquei muito triste comigo.
Mas bolas!!! O rato era tão engraçado!!!!
Porque é que não fui falar com ele?
quinta-feira, dezembro 30, 2010
Final de 2010
Desejo a todos os meus amigos, familiares e visitantes um Final de Ano de Celebração.
Desejo que o próximo ano seja cheio de coisas boas.
Que tudo aquilo que surgir e não seja muito bom... possa ser aproveitado para fazermos uma renovação às nossas vidas!
Beijinhos para todos.
Flor
segunda-feira, dezembro 27, 2010
O Nosso Natal
Olhem a nossa famíla cá de casa, representada no coração pelo Lucas.
Na noite de Natal, preparamos umas canções da época, para animar ainda mais o ambiente. Divertimo-nos muito! A música é um bom elixir para nos curar de mágoas e tristezas.
As Bolsinhas com técnica de ORIGAMI - ORINUNO
Estas são as bolsinhas que eu fiz para prendinhas de Natal.
Espero que quem as recebeu, tenha gostado.
São em tecido, mas com a técnica de origami, chamando-se na versão de tecido ORINUNO.
Parte-se de um quadrado e faz-se com dobragens e colagens.
Servem para colocar aquelas coisas pequenas que nós temos por todo o lado e que não devem andar soltas. Algumas delas, são verdadeiras bolsinhas para usar na toilete de uma festa.
Estão apresentadas e a partir de agora, aceito encomendas.
Beijinhos, Flor
Espero que quem as recebeu, tenha gostado.
São em tecido, mas com a técnica de origami, chamando-se na versão de tecido ORINUNO.
Parte-se de um quadrado e faz-se com dobragens e colagens.
Servem para colocar aquelas coisas pequenas que nós temos por todo o lado e que não devem andar soltas. Algumas delas, são verdadeiras bolsinhas para usar na toilete de uma festa.
Estão apresentadas e a partir de agora, aceito encomendas.
Beijinhos, Flor
quinta-feira, dezembro 23, 2010
Encontro Nacional APEVT
Encontro Nacional APEVT
Já está marcado o Encontro Nacional APEVT.
É já dia 15 de Janeiro de 2011, em Aveiro.
Contamos com a forte presença de todos os colegas de EVT.
A participação é gratuita mas a inscrição obrigatória.
O Programa será divulgado brevemente mas contamos com a participação dos professores de EVT, de alguns especialistas nesta área científica e educativa, dos Sindicatos, dos diversos Grupos Parlamentares, das Escolas Superiores de Educação e outras pessoas e entidades.
EU VOU!
domingo, dezembro 19, 2010
Arranjo de Natal
O meu arranjo de Natal.
A minha madrinha ofereceu-me um ramo de azevinho matizado do seu jardim, para eu fazer um arranjo de Natal.
Tive de circular pelo quintal e pela casa, à procura de materiais para juntar ao azevinho.
O jardim não tem flores...
Queria pinhas... mas não me apetecia ír ao monte,
Cortei uns raminhos do pinheiro do meu jardim, peguei em algumas nozes que a minha sogrinha me mandou, peguei numas espigas pequeninas que me tinha dado a Dona Maria do Carmo, mais uns pés de hipericão seco, e comecei a trabalhar. No final e para dar um toque mais bonito passei verniz em spray .Gostei muito do resultado que surgiu de forma intuitiva. Agora as minhas mãos estão muito picadas... é que tive de lavar as folhas de azevinho uma a uma porque estavam cheias de pó... e ele pica!!!!
Mesmo assim acho que valeu a pena.
Sem gastos de dinheiro aproveitando o que se tem em casa, pode-se fazer trabalhos originais nesta época de crise.
A minha madrinha ofereceu-me um ramo de azevinho matizado do seu jardim, para eu fazer um arranjo de Natal.
Tive de circular pelo quintal e pela casa, à procura de materiais para juntar ao azevinho.
O jardim não tem flores...
Queria pinhas... mas não me apetecia ír ao monte,
Cortei uns raminhos do pinheiro do meu jardim, peguei em algumas nozes que a minha sogrinha me mandou, peguei numas espigas pequeninas que me tinha dado a Dona Maria do Carmo, mais uns pés de hipericão seco, e comecei a trabalhar. No final e para dar um toque mais bonito passei verniz em spray .Gostei muito do resultado que surgiu de forma intuitiva. Agora as minhas mãos estão muito picadas... é que tive de lavar as folhas de azevinho uma a uma porque estavam cheias de pó... e ele pica!!!!
Mesmo assim acho que valeu a pena.
Sem gastos de dinheiro aproveitando o que se tem em casa, pode-se fazer trabalhos originais nesta época de crise.
segunda-feira, dezembro 13, 2010
Sinto que estou como o Mário de Andrade.
O valioso tempo dos maduros
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam
poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram,
cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir
assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário-geral do coral.
'As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência,
minha alma tem pressa...
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana,
muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com
triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade,
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!
Mário de Andrade
domingo, dezembro 12, 2010
Ao rasgar a folha do calendário...
do mês de Novembro, (ainda não a tinha rasgado!), chamou-me a atenção este provérbio árabe que estava nas costas da folha:
Nunca digas tudo o que sabes
Nem faças tudo o que podes
Nunca acredites em tudo o que ouves
Nem gastes tudo o que tens
Porque:
Quem diz tudo o que sabe
Quem faz tudo o que pode
Quem acredita em tudo o que ouve
Quem gasta tudo o que tem
Muitas vezes:
Diz o que não convém
Faz o que não deve
Julga o que não conhece
Gasta o que não pode
Será mesmo de árabes!!!!
Será a minha mãe de origem árabe??? É que ela dizia-me muito estas frases!!!
Nunca digas tudo o que sabes
Nem faças tudo o que podes
Nunca acredites em tudo o que ouves
Nem gastes tudo o que tens
Porque:
Quem diz tudo o que sabe
Quem faz tudo o que pode
Quem acredita em tudo o que ouve
Quem gasta tudo o que tem
Muitas vezes:
Diz o que não convém
Faz o que não deve
Julga o que não conhece
Gasta o que não pode
Será mesmo de árabes!!!!
Será a minha mãe de origem árabe??? É que ela dizia-me muito estas frases!!!
quarta-feira, dezembro 08, 2010
Saudades...
Hoje matei saudades...
muitas saudades!...
Fui à missa da Imaculada Conceiçção ao Externato Maria Auxiliadora, onde dei aulas durante dez anos.
Adorei ver as minhas amigas e as irmãs, assim como antigos alunos. Soube-me muito bem rezar e cantar com elas, naquela capelinha tão bonita.
Agora sim...
Cheira a Natal cá em casa!!!
Este ano pela primeira vez, a tarefa de decorar a Árvore de Natal e o Presépio, foi da inteira responsailidade da Rafaela e do Lucas.
Foi um momento de grande alegria e de partilha para os dois e o resultado foi muito bonito.
Parabéns, queridos filhos, pelo vosso gosto no trabalho!
Eu tenho tido outras tarefas!!!
domingo, dezembro 05, 2010
Pedido
Queridos amigos,
Se precisarem, ou souberem de alguém que necesíte de empregada para limpeza, para passar a ferro ou tomar conta de crianças na zona de Viana (cidade e arredores), conheço uma jovem que está disponível e precisa muito de trabalhar.
Por favor entrem em contacto comigo.
Se precisarem, ou souberem de alguém que necesíte de empregada para limpeza, para passar a ferro ou tomar conta de crianças na zona de Viana (cidade e arredores), conheço uma jovem que está disponível e precisa muito de trabalhar.
Por favor entrem em contacto comigo.
sábado, novembro 27, 2010
Prenda
Obrigada Rosa, pelo optimo presente que me deste. Gostei muito, mas bem sabes que não precisavas de te incomodar. Beijinho e bom fim de semana.
quarta-feira, novembro 24, 2010
"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto." - Ruy Barbosa
"Para evitar críticas, não faça nada, não diga nada, não seja nada !" - Elbert Hubbard
RECUSO-ME...
domingo, novembro 21, 2010
Luís Represas, Apresentação do livro "A coragem de Tição"
Foi na 6ª feira dia 19 de Novembro, que o cantor Luís Represas apresentou o seu primeiro livro "A coragem de Tição" na Escola EB2,3 de António Feijó.
Houve momentos muito bonitos, neste evento.
O cantor foi muito esclarecedor na apresentação do livro e muito gentil a responder, a tantas perguntas que os alunos levaram preparadas para lhe fazer.
Houve uma surpresa para o cantor, foi o nosso Vasco Araújo que cantou uma canção dele e depois cantaram juntos.
Felicito toda a equipa organizadora do evento. Parabéns!
Bolas!!! Nesta foto...
Parece que estou grávida!!!
Mas não estou. Não é que eu me importasse... mas já chega!!! A crise está à porta e quem traz crianças para o mundo tem que as cuidar com responsabilidade.
Este vestido é mesmo terrível, agora percebo o boato que se levantou na minha terra!
Esclareço aqui. Estou gordinha, mas não estou grávida.
segunda-feira, novembro 15, 2010
Marionetas
Já há muito tempo que pretendia ver os Bonecos de Sto Aleixo de Évora. Com o Festafife tive esta oportunidade. Eles vieram a Viana e foi muito bom! Os Bonecos de Sto Aleixo, são títeres de varão, manipulados por cima, à semelhança das grandes marionetas do Sul de Itália e do Norte da Europa, mas com cerca de quarenta centimetros de altura. Estes bonecos são manipulados por "uma família", constituída por actores profissionais, que garantem a permanência do espectáculo, assegurando assim a continuidade desta expressão artística alentejana.
Conhecido e apreciados em todo o país, com frequentes deslocaçõesaos locais onde tradicionalmente se realizava o espectáculo, os Bonecos de Sto Aleixo participaram também em muitos eventos internacionais fora do país (Espanha, Bélgica, Holanda, Inglaterra, Grécia, Moçambique, Alemanha, Macau, China, Índia, Tailândia, Brasil, Rússia, México e França) e são anfitriões da Bienal Internacional de marionetas de Évora que se realiza desde 1987.
Claudio Cinelli - Itália
Espectáculo dividido em duas partes.
A primeira, "La Traviata", uma brincadeira, uma variação representada só por mãos, sobre a ópera.
A segunda, uma estrutura de cabaré, teatro de bonecos e máscaras e conta pequenas histórias poética, melancólicas e surreais. Um espectáculo que pela simplicidade, abriu novos caminhos para o uso teatral da mão.
"Mãos à ópera" não somente é um espectáculo de marionetas, é a história do teatro das marionetas.
sábado, novembro 13, 2010
Daniel Sampaio
Ainda não tinha tido oportunidade de contar que estive na apresentação do livro de Daniel Sampaio "Memórias do futuro, na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima no dia 9 de Novembro.
Foi um encontro muito produtivo, o autor foi muito claro na apresentação do seu livro e não se escusou a responder às questões que a plateia lhe colocou. No final houve a habitual sessão de autógrafos e cumprimentos.
"Com 78 anos de idade, o narrador e personagem principal deste novo livro de Daniel Sampaio é um dia confrontado com uma situação comum a muitos homens da sua idade – o casamento de um neto. Convidado para a festa, feliz por não ter sido esquecido, parte para uma longa viagem mental nas profundidades da sua memória. Começa por esse neto, Afonso, que o fez sentir velho pela primeira vez, aos 60 anos; aqui recupera a memória de Luísa, a colega na escola onde ambos ensinavam e partilhavam projectos e sonhos profissionais; recua até aos 40 anos, à figura de Mariana, sua mulher e companheira de sempre, mas que por esta altura da vida o confronta com a fragilidade das relações humanas, a começar pelo amor; e enfim, chega aos 20 anos, à adolescência e à juventude, onde tudo começa, para o bem e para o mal. "
Foi um encontro muito produtivo, o autor foi muito claro na apresentação do seu livro e não se escusou a responder às questões que a plateia lhe colocou. No final houve a habitual sessão de autógrafos e cumprimentos.
"Com 78 anos de idade, o narrador e personagem principal deste novo livro de Daniel Sampaio é um dia confrontado com uma situação comum a muitos homens da sua idade – o casamento de um neto. Convidado para a festa, feliz por não ter sido esquecido, parte para uma longa viagem mental nas profundidades da sua memória. Começa por esse neto, Afonso, que o fez sentir velho pela primeira vez, aos 60 anos; aqui recupera a memória de Luísa, a colega na escola onde ambos ensinavam e partilhavam projectos e sonhos profissionais; recua até aos 40 anos, à figura de Mariana, sua mulher e companheira de sempre, mas que por esta altura da vida o confronta com a fragilidade das relações humanas, a começar pelo amor; e enfim, chega aos 20 anos, à adolescência e à juventude, onde tudo começa, para o bem e para o mal. "
Ainda bem que gosto de ler e que cada vez mais, me tenho disciplinado para ler mais. Assim vou estando mais absorvida e esquecendo as coisas menos boas da vida.
O projecto da minha escola "Todos a ler", está a ser delicioso. Eu gosto de ler as histórias aos alunos e eles ficam anestesiados a ouvir.
É mesmo bom vê-los tão atentos a ouvir as histórias.
Concerteza que estas crianças terão uma criatividade superior àquelas que nunca ouvem histórias.
quarta-feira, novembro 10, 2010
Não sei se vou conseguir esquecer...
Acho que não vou conseguir esquecer o dia de hoje.
Estou triste demais e alguém me pôs assim.
Porquê?
O que é que eu lhe fiz?
Acusou-me de só lhe arranjar problemas.
Eu????????
Que problemas?
Acusou-me de lhe estragar o dia.
Eu???????????
Porquê?
Sinceramente, não sei responder a nenhuma destas perguntas, apesar de me ter perguntado hoje a mim mesma, dezenas de vezes ao longo do dia.
Estou triste, estou muito triste mesmo!!!
APRENDE FLOR!!!!!
Estou triste demais e alguém me pôs assim.
Porquê?
O que é que eu lhe fiz?
Acusou-me de só lhe arranjar problemas.
Eu????????
Que problemas?
Acusou-me de lhe estragar o dia.
Eu???????????
Porquê?
Sinceramente, não sei responder a nenhuma destas perguntas, apesar de me ter perguntado hoje a mim mesma, dezenas de vezes ao longo do dia.
Estou triste, estou muito triste mesmo!!!
APRENDE FLOR!!!!!
segunda-feira, novembro 01, 2010
O Corpo Humano como nunca o viu - Exposição
Ontem, fui com o meu marido e filhos ao Porto, para vermos a exposição "O corpo humano como nunca o viu". Valeu a pena, mesmo!!!
O estudo da anatomia humana funcionou sempre sobre um princípio básico: Ver é Saber.
Este mesmo princípio levou as culturas egípcia, grega, romana e islâmica a uma compreensão cada vez mais científica da forma humana.
Seguindo este princípio, a exposição "O Corpo Humano como nunca o viu", utiliza espécimes humanos reais para lhe oferecer um manual visual do seu próprio corpo.
Os nossos corpos são de facto mais complexos e maravilhosos que todos os computadores que nos rodeiam hoje em dia. Mas muitos de nós não sabem o que temos debaixo da pele – como o corpo funciona, do que necessita para sobreviver, o que o destrói, o que o reanima.
"O Corpo Humano como nunca o viu", é uma tentativa de remediar este infeliz conjunto de circunstâncias.
Aproveite o conhecimento obtido na Exposição, alargue-o e utilize-o para ser um participante informado nos seus cuidados de saúde.
O Processo de conservação
Como é que os espécimes mostrados na exposição são preservados?
Todos os corpos e órgãos vêm de indivíduos que optaram por doarem os seus corpos para a ciência médica para fins de estudo e educação.
Eles são então conservados por um processo chamado polimerização.
Neste método, primeiramente remove-se a água dos tecidos por submersão em acetona. Depois, a acetona é também removida numa câmara de vácuo. Durante este passo no processo, conhecido como impregnação, os espaços do tecido dentro do espécime, anteriormente enchidos com acetona, são então enchidos com borracha líquida de silicone. Por último, durante uma etapa chamada secagem, a borracha de silicone é tratada e endurecida.
O produto final é um espécime revestido que pode ser facilmente examinado sem qualquer possibilidade de se deteriorar devido à decomposição natural, que de outra forma seria inadequado para estudo ou opinião pública.
Comissão Científica da Exposição
O Director Médico da Comissão Científica da exposição é o Dr. Roy Glover (Professor Emeritus).
Roy Glover é Professor Associado de Anatomia e Biologia Celular. Leccionou Anatomia durante mais de 30 anos na Universidade de Michigan, onde também desenvolveu e geriu o Laboratório de Preservação de Polímeros universitário até à data de aposentação em 2004.
O estudo da anatomia humana funcionou sempre sobre um princípio básico: Ver é Saber.
Este mesmo princípio levou as culturas egípcia, grega, romana e islâmica a uma compreensão cada vez mais científica da forma humana.
Seguindo este princípio, a exposição "O Corpo Humano como nunca o viu", utiliza espécimes humanos reais para lhe oferecer um manual visual do seu próprio corpo.
Os nossos corpos são de facto mais complexos e maravilhosos que todos os computadores que nos rodeiam hoje em dia. Mas muitos de nós não sabem o que temos debaixo da pele – como o corpo funciona, do que necessita para sobreviver, o que o destrói, o que o reanima.
"O Corpo Humano como nunca o viu", é uma tentativa de remediar este infeliz conjunto de circunstâncias.
Aproveite o conhecimento obtido na Exposição, alargue-o e utilize-o para ser um participante informado nos seus cuidados de saúde.
O Processo de conservação
Como é que os espécimes mostrados na exposição são preservados?
Todos os corpos e órgãos vêm de indivíduos que optaram por doarem os seus corpos para a ciência médica para fins de estudo e educação.
Eles são então conservados por um processo chamado polimerização.
Neste método, primeiramente remove-se a água dos tecidos por submersão em acetona. Depois, a acetona é também removida numa câmara de vácuo. Durante este passo no processo, conhecido como impregnação, os espaços do tecido dentro do espécime, anteriormente enchidos com acetona, são então enchidos com borracha líquida de silicone. Por último, durante uma etapa chamada secagem, a borracha de silicone é tratada e endurecida.
O produto final é um espécime revestido que pode ser facilmente examinado sem qualquer possibilidade de se deteriorar devido à decomposição natural, que de outra forma seria inadequado para estudo ou opinião pública.
Comissão Científica da Exposição
O Director Médico da Comissão Científica da exposição é o Dr. Roy Glover (Professor Emeritus).
Roy Glover é Professor Associado de Anatomia e Biologia Celular. Leccionou Anatomia durante mais de 30 anos na Universidade de Michigan, onde também desenvolveu e geriu o Laboratório de Preservação de Polímeros universitário até à data de aposentação em 2004.
domingo, outubro 31, 2010
Happy Halloween
O Halloween, não é uma tradição portuguesa, por isso ainda não entendi tamanha loucura.
Mas como estamos a viver numa era de globalização, entremos no espírito.
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